Ações estatais podem ser utilizadas para melhorar contas públicas | Phi Investimentos

Ações estatais podem ser utilizadas para melhorar contas públicas

Ações estatais podem ser utilizadas para melhorar contas públicas

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Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira, a partir de 2017, o mercado financeiro brasileiro também negociará ações de empresas pertencentes aos governos federal e estadual. O objetivo: melhorar as contas públicas.

Leonardo Morotti, assessor de investimentos da  Investimentos, explica que “a venda dos ativos mostra ao mercado que o governo está executando medidas para melhorar a sua estrutura financeira e diminuir as dívidas, o que pode criar uma reação positiva, não tanto pela venda, mas pelo sinal de que o estado está cuidando das suas contas”.

O BNDESPar manifestou interesse em vender parte de seus ativos para compensar um rombo de R$ 2,174 bilhões registrado no primeiro trimestre de 2016. Já o governo do Paraná enviou para a Assembleia Legislativa um pedido de autorização de venda de R$ 2 bilhões em posições da Sanepar e da Copel (o que, caso concretizado, ampliará o montante disponível para investimentos). Segundo economistas, esses papéis serão vendidos em lotes para evitar grandes deságios.

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Sobre a participação da Copel e da Sanepar, Morotti esclarece que ambas estão bem posicionadas na bolsa: “O atual momento é positivo para os papéis das duas empresas, que retomaram os patamares de 2013, quando a economia estava em melhor forma”. Em agosto deste ano, as ações preferenciais da Sanepar chegaram à máxima histórica de R$ 7,74 e as da Copel, em R$ 33,85.

Agora é momento de aumentar a confiança dos investidores, para que essa ação tenha sucesso, o que pode ser um desafio, visto que o mercado ainda espera notícias sobre a aprovação de reformas, (como a da Previdência, por exemplo) e da criação de um teto para os gastos públicos.

Leia na íntegra em matéria da Gazeta do Povo.

Escrito por Larissa Moutinho, jornalista MTB 6805, assessora responsável pela comunicação da PHI Investimentos. Foi editora da Revista ADVFN e jornalista da InvestMais. Pós-graduada em marketing e pós-graduanda em finanças.

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