CEOs de grandes empresas comentam a recuperação da economia brasileira | Phi Investimentos

CEOs de grandes empresas comentam a recuperação da economia brasileira

CEOs de grandes empresas comentam a recuperação da economia brasileira

 

Homem de terno e gravata / CEO

Depois de um longo período de crise, a economia brasileira parece estar consolidando sua recuperação. O mais recente boletim Focus, divulgado pelo Banco Central na última segunda-feira (30), mantém a previsão de crescimento de 2,75% do PIB em 2018.

As previsões otimistas também são compartilhadas pelos executivos de algumas das maiores empresas do país. A última pesquisa CEO Survey, realizada pela PwC Brasil, aponta que 80% dos executivos acreditam na melhora da economia global nos próximos 12 meses. Além disso, 39% esperam crescimento nas receitas de suas empresas nesse período.

A revista Forbes entrevistou cinco executivos de grandes empresas sobre suas expectativas para o futuro do cenário econômico do país. Os CEOs opinaram sobre os atributos e as fraquezas da economia brasileira, o cenário político atual, falaram sobre ações que podem ser tomadas pelos setores público e privado, e também sobre suas perspectivas para as eleições presidenciais.

Previsões otimistas

As projeções variam entre os especialistas. Porém, o sentimento de ânimo é comum. Para Ronaldo Iabrudi, CEO do Grupo Pão de Açúcar, o cenário indica a retomada do crescimento do PIB, a estabilização da inflação e a queda do desemprego.

Cleber Moreira, presidente da Schneider Electric Brasil, afirma que “o pior já passou” e que a recuperação é sustentável. O executivo também acredita que o desemprego deve diminuir.

Fatores de risco

Ilustração de CEO

Para os especialistas o que ameaça a recuperação da economia brasileira é principalmente a incerteza e instabilidade política. O crescimento do país depende de um ambiente global favorável e também do equilíbrio das contas públicas.

A escalada da taxa de juros nos EUA é, para José Francisco Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator, o maior risco atualmente. A alta norte-americana influencia as bolsas de valores e taxas de câmbio em todo o mundo.

Luiz Pretti, presidente da Cargill no Brasil, reforça a necessidade de que o governo resolva seus problemas internos, como o enorme déficit fiscal que vem se configurando desde 2014. Moreira, da Schneider, destaca também a importância da reforma da Previdência.

Os executivos salientam também a influência do resultado das eleições presidenciais. Para Rogelio Goldfarb, da Ford Brasil, o próximo presidente deve ser rigoroso na questão orçamentária. Já para Ronaldo Iabrudi, o mais importante é que o novo governo restaure a confiança e a estabilidade no país.

Leia a matéria na íntegra na Forbes: CEOs e analistas avaliam a retomada econômica brasileira

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