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Entenda o fisco nas aplicações

Entenda o fisco nas aplicações

Entenda o fisco nas aplicações. Poucos investimentos são isentos. É preciso atenção na hora de recolher e declarar o IR para não sair perdendo. Matéria sobre declração anula de IR no mercado de capitais. Publicada na Gazeta do Povo, com participação de André Chede e Arnaldo Figueiredo, da TORO Investimentos.
O engenheiro Arnaldo Figueiredo investe há quase dois anos na bolsa e cometeu um deslize na declaração do IR deste ano.

Matéria sobre declaração anual de IR no mercado de capitais. Publicada na Gazeta do Povo com participação de André Chede e Arnaldo Figueiredo, da PHI Investimentos.

Publicado em 26/03/2013
Por Lana Canepa
Link: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/conteudo.phtml?tl=1&id=1357019&tit=Entenda-o-fisco-nas-aplicacoes

Poucos investimentos são isentos. É preciso atenção na hora de recolher e declarar o IR para não sair perdendo.

A quase um mês do fim do prazo para a declaração do Imposto de Renda 2013, muitos contribuintes ainda têm dúvidas sobre as regras, principalmente os que possuem investimentos, como o engenheiro Arnaldo Figueiredo. Ele está começando a conhecer as aplicações – compra ações na bolsa há quase dois anos – e acabou deixando faltar uma informação importante na declaração deste ano.

Ele conta que fez uma operação de R$ 8 mil no ano passado, mas que teve um prejuízo de R$ 800. Por falta de informação não incluiu isso no imposto de renda deste ano, mas descobriu que tem a opção de abater a antiga perda em ganhos futuros, como explica André Chede, sócio da PHI Investimentos. “É possível fazer retificações na declaração em até cinco anos, e, com isso, abater esse prejuízo em um lucro futuro. O que não dá é o contrário, contar com rendimentos não tributados para serem compensados com futuros prejuízos”.

O deslize não desanimou o engenheiro. “Eu estou começando ainda, tenho comprado e não tenho vendido. Um pouco por causa do medo de pagar mais imposto. Mas vou continuar arriscando e comprando, no mínimo pelos próximos três anos”. Figueiredo está tendo um rendimento de 14% ao ano com os títulos mobiliários – bem mais que a velha poupança.

Como funciona

No geral, as operações no mercado de ações serão tributadas quando na soma ultrapassarem o teto de R$ 20 mil em vendas por mês (confira as isentas de IR em uma lista desta página). Mesmo quando o investidor não alcança esse valor, porém, paga uma taxa conhecida no meio como “dedo-duro”, de 0,005% sobre cada operação. O recolhimento é feito pela própria instituição que intermediou a operação e serve para informar à Receita que a transação ocorreu.

Apesar da cobrança, o “dedo-duro” pode ser devolvido ao contribuinte de algumas formas: deduzido do imposto sobre ganhos líquidos apurados no mês; compensado com o imposto incidente sobre ganhos líquidos nos meses seguintes; compensando na declaração de ajuste anual; ou ainda com um abate no imposto devido sobre o ganho de capital na alienação de ações.

Um dos erros mais comuns entre os pequenos investidores acontece na hora de declarar o valor da ação. O valor a ser declarado é o de compra e não o do dia do fechamento, 31 de dezembro, como alerta a officer de investimentos da Ativa Corretora, Gabriela Natale. “A empresa que intermediou a compra também pode ajudar com este cálculo e a tributação sobre o ganho líquido deve ser paga por meio de DARF”. Todas as operações com ações, opções, termo, aluguel e mercado futuro têm cobrança de 15% a 20% sobre o lucro líquido. A apuração é mensal e o recolhimento precisa ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao investimento.

ISENÇÃO

Conheça as operações em que o IR não incide:

•Poupança;

•Letra de Crédito Imobiliário (LCI);

•Rendimento mensal de Fundo Imobiliário;

•Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI);

•Letra de Crédito do Agronegócio (LCA)

•Letra Hipotecária (LH);

E operações com ações e ouro no mercado à vista que somem menos de R$ 20 mil por mês.

Come-cotas:

É um recolhimento compulsório do IR sobre os rendimentos auferidos nos fundos de investimento com classificação tributária de Longo Prazo (sobre 15% da renda) e Curto Prazo (sobre 20%), pago no último dia dos meses de maio e novembro. A cobrança semestral diminui o número de cotas do fundo e pode ter pequeno impacto no rendimento antes do resgate. Aqueles fundos classificados como ações não estão sujeitos à taxa, sendo o IR recolhido somente no momento de resgate da aplicação.

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