Novo mercado tem novas regras que ampliam a governança | Phi Investimentos

Novo mercado tem novas regras que ampliam a governança

Novo mercado tem novas regras que ampliam a governança

A proposta atual da B3 traz novas regras que ampliam a transparência e a governança corporativa

Após um ano de negociações, a nova bolsa de valores brasileira, a B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão, conseguiu obter sucesso com as companhias abertas, aprovando novas regras do Novo Mercado. As 131 companhias que integram o setor de governança corporativa mais alto da bolsa validaram o novo regulamento-base, assim como outras três questões (que foram votadas separadamente).

No entanto, parte das 19 empresas do nível 2 foram contra as mudanças. Com isso, o novo regulamento ficará por conta da Comissão de Valores Imobiliários (CVM).

O Novo Mercado e as novas diretrizes

Criado nos anos 2000, o Novo Mercado propôs melhorias em 2010, mas sem sucesso. Em 2015, a Associação dos Investidores do Mercado de Capitais reforçou as intenções em relação à governança corporativa, por conta dos casos de corrupção que estavam sendo descobertos. No início de 2016, o trâmite de revisão do processo enfrentou um cenário político conturbado.

A questão foi trabalhada e aprimorada para eliminar quaisquer questões que fossem prejudiciais, e foi colocada em prática somente agora.

O regulamento atual traz novas diretrizes de como lidar as ações em circulação, dispersão acionária, conselhos administrativos, saída do segmento, reorganização societária, fiscalização e controle, entre outros pontos.

Outras questões tratadas nas últimas negociações foram:

  • A avaliação da administração. No entanto as mudanças para a realização da oferta pública na aquisição (OPA) de participação relevante foram negadas
  • A divulgação do relatório socioambiental
  • E também o aumento do quórum de saída do Novo Mercado para 50%

Da parte das empresas, a queixa fica para as intensas exigências que podem aumentar custos e isso não tem relação apenas com o novo regulamento.

Um ponto importante dessas mudanças é atrair o investimento estrangeiro, participante em 63% das operações de lançamento inicial (IPOs). Porém, as empresas demonstram não compreender exatamente as vantagens de ter maior confiança por parte dos investidores.

O jornal norte-americano Financial Times também acompanhou a votação da proposta, pois considera esse acontecimento como uma indicação de que o Brasil está disposto a implementar as reformas econômicas necessárias.

Leia a matéria na íntegra no Valor Econômico: Novas regras do novo mercado aprimoram governança

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