Perspectivas para Selic e renda fixa | Phi Investimentos

Perspectivas para Selic e renda fixa

Perspectivas para Selic e renda fixa

O ano de 2018 trouxe um cenário mais previsível para investimentos em renda fixa. Isso porque as estimativas do governo sobre inflação juros se equiparam com o que o mercado financeiro espera. Aplicações em renda fixa dependem da trajetória da inflação, que por sua vez, depende em boa escala das ações de política monetária do Banco Central (BC).

Em 2018, a taxa básica de juros (Selic) começa o ano em 7% ao ano, mas no dia 7 de fevereiro, caso o Comitê de Política Monetária (Copom) confirme o que analistas e economistas do mercado projetam, o juro primário da economia poderá recuar para 6,75% ao ano. Enquanto isso, devido a alta dos preços de alimentos, energia e combustíveis, a inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tem sua projeção estipulada em torno de 4% ao ano em 2018 (ou seja, abaixo da meta inflacionária de 4,50%).

Esclarecidas essas questões, aplicações de renda fixa, como CDB e fundos de renda fixa possuem boas possibilidades de apresentar um rendimento acima da inflação (em torno de 2% ao ano).

Algumas boas opções de investimento

As fintechs

Essas as plataformas de investimento (ou fintechs) rendem além da Selic e oferecem aplicações diferenciadas, porém, ainda com a segurança da renda fixa. A razão para isso é a remuneração acima do CDI (ou juro DI). No CDB, essa referência de remuneração chega a 130%, 140% ou até mais acima do DI (depende do valor aplicado e do tempo em que o dinheiro fica no CDB). Como esse papel é tributado por alíquotas de 22,50%, 20%, 17,50% e 15%, quanto maior o prazo, menor o imposto.  Também há o LCI ou LCA, que apresenta o rendimento isento de imposto de renda e proporciona um rendimento acima do da caderneta.

Fundos de investimento

Fundos DI ou de renda fixa também costumam apresentar um rendimento superior ao da caderneta. Em um cenário de uma movimentação financeiro de até seis meses, por exemplo, a alíquota de imposto de renda seria de 22,50%. Para movimentação acima de dois anos é possível recolher 15% de imposto sobre o rendimento.

Leia na íntegra no Estadão: Perspectivas e novidades nas aplicações de renda fixa

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