Presidente do Banco Central sinaliza que corte nos juros tende a continuar acelerado | Phi Investimentos

Presidente do Banco Central sinaliza que corte nos juros tende a continuar acelerado

Presidente do Banco Central sinaliza que corte nos juros tende a continuar acelerado

A redução de 0,75% é sinalizada abertamente como tendência para os próximos cortes por Ilan Goldfajn. Para ex-executivos do BC, fala deixa o Copom de mãos amarradas. (Foto: Divulgação)

A mais recente redução da taxa básica de juros em 0,75 pontos percentuais, baixando para 13% (ante os 13,75% registrados anteriormente), será uma tendência, sinalizou abertamente o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, em evento em Davos, na Suíça. “0,75 ponto porcentual é o nosso novo ritmo. Mas como vocês sabem, um novo ritmo pode mudar”, revelou Goldfajn. Com a diminuição da pressão da inflação, o governo mira em aquecer a economia por meio da diminuição dos juros.

Para o presidente, a política monetária entrou em novo ritmo, entretanto, continuar realizando a redução da taxa de juros nesta intensidade depende da inflação e da atividade econômica. O governo revisará nos próximos dias a estimativa de crescimento para o Produto Interno Bruto em 2017. A projeção do governo para o PIB atualmente é alta de 1% este ano. Já no mercado, as expectativas são mais tímidas:

  • O boletim Focus projeta em 0,5% de acrescimento.
  • O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou nesta segunda-feira (16/01), a projeção para o PIB brasileiro para 0,2% (ante vislumbrava 0,5%).
  • Já a Organização das Nações Unidas prevê crescimento de 0,6% do PIB do país para 2017.

Vale continuar analisando os dados. A tendência de baixa favorece para investimentos prefixados, visando garantir os valores de retorno atuais. Já títulos atrelados à Selic tendem a render menos caso a previsão de baixa se confirme.

Por fim, no mesmo evento em Davos, o ministro da fazenda, Henrique Meirelles, voltou a reforçar a importância das reformas no Brasil para a economia, visando aproveitar as vantagens da globalização. E cita duas: a reforma da previdência e a trabalhista.

Goldfajn afirmou que o Brasil está em processo de reformas, como a fiscal e mudanças na microeconomia e reforçou o interesse em investimentos em infraestrutura. Ele revela que em 2016 o Brasil passou por um choque, ao ver ao mesmo tempo a diminuição na atividade doméstica e o aumento na inflação. “Agora estamos em uma posição melhor do que no ano passado”, finalizou o presidente do BC.

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Escrito por Larissa Moutinho, jornalista MTB 6805, assessora responsável pela comunicação da TORO Investimentos. Foi editora da Revista ADVFN e jornalista da InvestMais. Pós-graduada em marketing e pós-graduanda em finanças.

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