Previsões 2017: inflação em queda, mas desemprego permance | Phi Investimentos

Previsões 2017: inflação em queda, mas desemprego permance

Previsões 2017: inflação em queda, mas desemprego permance

Analistas de mercado veem que a inflação deve cair, o PIB elevar, mas a recuperação do emprego será lenta

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De acordo informações do boletim Focus desta semana, as projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2017 melhoraram, baixando de 5% para 4,94%, muito próximo da meta estipulada pelo Banco Central (BC), de 4,5%. Já as estimativas para inflação do ano ficaram acima do limite máximo determinado pelo BC (6,88%, ou seja, 2 pontos percentuais acima da meta). Os analistas mantiveram as projeções para a taxa básica de juros (Selic), que fica em 13,50% em 2016 e 10,75% para 2017. A taxa atual é de 14%.

Segundo o jornal Valor Econômico, as projeções mais precisas ampliaram as expectativas para a inflação desse ano, de 6,89% para 6,97%, assim como para a Selic, de 13,50% para 13,75%. Para 2017, as expectativas para o IPCA foram mantidas em 5,03%  e para a taxa básica em 11,25%.

Ainda segundo o boletim Focus, espera-se mais uma queda (a quinta consecutiva) do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016, de 3,30% para 3,31%. Para 2017, a estimativa é um crescimento da atividade econômica em 1,20%.

Desemprego permanece, mas mostra lenta recuperação

Indo na direção contrária, o Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), produzido em outubro pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), apresenta a recuperação do emprego mais lenta que o esperado.

Depois de sete meses de melhora, o IAEmp caiu 0,8 ponto, indo para 92,9 pontos, o que comprova que a queda ocorreu em função da piora da situação dos negócios e da expectativa de contratação futura. Outro dado preocupante vem do Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), que teve alta de 0,6 ponto, subindo para 99,2 pontos (próximo do máximo histórico). Isso reforça o quanto o nível de desemprego está elevado e também a dificuldade para uma recuperação.

Para o economista da FGV-Ibre, Fernando de Holand Barbosa Filho, “esse índices mostram que o otimismo com relação ao futuro ainda não se reflete em melhoria do mercado de trabalho. O índice coincidente continua em alta, o que representa situação difícil no mercado. A novidade aconteceu com o índice antecedente, que teve queda. A leitura dos dois índices indica uma recuperação mais complicada do que a esperada para os próximos meses”.

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Escrito por Larissa Moutinho, jornalista MTB 6805, assessora responsável pela comunicação da PHI Investimentos. Foi editora da Revista ADVFN e jornalista da InvestMais. Pós-graduada em marketing e pós-graduanda em finanças.

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