Recuperação econômica e volatilidade aceleram | Phi Investimentos

Recuperação econômica e volatilidade aceleram

Recuperação econômica e volatilidade aceleram

Em seu último artigo, o economista e presidente do Conselho da Foton Brasil, Luiz Carlos Mendonça de Barros, faz uma leitura sobre a recuperação da economia brasileira e a correlação desse movimento com a volatilidade do mercado. Segundo o economista, os últimos indicadores econômicos referentes a setembro e outubro mostraram uma aceleração da atividade econômica neste final do ano.

Uma das provas desse fato são as vendas no setor de varejo (principalmente as que incluem o setor de veículos), que mostraram uma intensidade da recuperação inesperada. “O mesmo vem ocorrendo com as exportações e importações, sendo que estas, embora com um crescimento menor, indicam uma alta consistente”, aponta Mendonça de Barros.

O caminho da recuperação econômica

O gráfico abaixo mostra as curvas relativas à produção industrial, varejo restrito e ampliado e massa de rendimentos reais com variação trimestral em relação ao ano anterior (variação % trimestral t/t-1). O economista aponta para o padrão da recuperação em V e explica que casos de bolha de crédito que ocorrem em economias de mercado como a nossa, apresentam essas curvas.

“A maioria das notícias da imprensa ainda insistem em afirmar que a recuperação atual é a mais lenta de nossa história, esquecendo que ela segue os padrões de situações semelhantes”, esclarece Mendonça de Barros.

A arrecadação fiscal refletindo no caixa do governo, alguns analistas revisaram suas previsões para o PIB em 2017 para algo muito próximo de 1%. Para o economista, “será questão de tempo para que as previsões para 2018 também sofram revisões para cima”.

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E a volatilidade?

Neste cenário, Luiz Carlos Mendonça de Barros levanta uma questão: Como a volatilidade atingiu tantos segmentos de nossos mercados financeiros nos últimos dias? Como as oscilações do dólar futuro apresentaram números positivos, isso colaborou com a conta corrente e da balança de pagamentos comerciais do país. “Além disto as incertezas políticas, que nasceram a partir do encaminhamento da segunda denúncia contra o presidente Temer, deixaram de exercer pressão sobre os principais ativos brasileiros na medida que hoje é consenso que ele vai terminar seu mandato”, complementa Mendonça de Barros.

Para o especialista, o momento é delicado principalmente para o investidor comum. Isso porque o cenário atual permite a criação de movimentos especulativos a cada nova informação divulgada. Barros reforça a necessidade de atenção redobrada na escolha de investimentos e indica que a combinação de aplicações de juros no curto prazo podem ser uma boa opção até que as incertezas acabem.

Leia a matéria na íntegra no Valor Econômico: Recuperação acelera, volatilidade também

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