Selic é mantida em 6,5% pela quarta vez consecutiva | Phi Investimentos

Selic é mantida em 6,5% pela quarta vez consecutiva

Selic é mantida em 6,5% pela quarta vez consecutiva

Na última reunião antes das eleições de outubro, o Copom decide manter novamente a taxa básica de juros em seu menor nível histórico.

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Em reunião realizada entre a quarta e a quinta-feira (18 e 19 de setembro), o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu, por unanimidade, manter a taxa básica de juros da economia — a taxa Selicem 6,5% ao ano. É a quarta reunião consecutiva em que a taxa se mantém inalterada.

O nível atual é o mais baixo desde 1996, quando a taxa passou a ser utilizada como referência. A última alteração ocorreu em março, quando a Selic foi reduzida de 6,75% ao ano para o valor atual (o 12º corte consecutivo da taxa em um intervalo 18 meses).

Especialistas do mercado financeiro já esperavam que a taxa se mantivesse, devido à estabilidade das projeções para a inflação. O último Boletim Focus do Banco Central, divulgado segunda-feira (17), aumentou a estimativa do IPCA em 0,04 pontos, atingindo 4,09%. Para o ano de 2019, a projeção permanece sendo de 4,11%.

>> Leia também: Taxa Selic: o que é e como funciona?

A decisão tem grande importância para o mercado financeiro e o cenário político, já que a reunião é a última antes das eleições presidenciais. O Copom só se reunirá novamente no final do mês de outubro, depois do segundo turno eleitoral.

Em comunicado oficial divulgado após a reunião, o Copom afirmou que “entende que essa decisão reflete seu cenário básico e balanço de riscos para a inflação prospectiva e é compatível com a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui o ano-calendário de 2019 (…).

Na avaliação do Copom, a evolução do cenário básico e do balanço de riscos prescreve manutenção da taxa Selic no nível vigente. O Comitê ressalta que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação”.

Escrito por Larissa Moutinho, jornalista MTB 6805, assessora responsável pela comunicação da PHI Investimentos. Foi editora da Revista ADVFN e jornalista da InvestMais. Pós-graduada em marketing e pós-graduanda em finanças.

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