Separe e organize suas finanças em 4 passos | Phi Investimentos

Separe e organize suas finanças em 4 passos

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Unir para simplificar nem sempre é um bom negócio. Compreenda os benefícios de separar as finanças pessoais de empresariais e manter sua saúde financeira

Não é incomum encontrar cases sobre pequenas e médias empresas que misturaram finanças pessoais com corporativas e enfrentaram problemas na contabilidade. Os exemplos são os mais variados: desde o pai que tirou dinheiro da empresa para pagar a escola dos filhos, até a proprietária de restaurante que tirou dinheiro do bolso para pagar o material da empresa.

Misturar ou mesmo unir a contabilidade doméstica com a empresarial não é um bom negócio. Uma confusão na área financeira de um empreendimento pode trazer graves consequências, incluindo a sobrevivência da empresa.

Para evitar esse tipo de situação, confira quatro dicas para administrar suas finanças com maior tranquilidade:

1. Separe as contas

Esse é o passo mais importante. Separe as entradas e saídas domésticas das empresarias, incluindo desde despesas básicas até faturas de cartões de crédito. Em micro e pequenas empresas, o excesso de atribuições tributárias podem gerar alguma confusão, ainda mais se o negócio estiver em sua fase inicial, mas isso deve ser uma regra máxima: o que é pessoal é pessoal, o que é da empresa é da empresa. E ponto.

Fora que utilizar o caixa da empresa para pagar despesas pessoais pode trazer problemas junto a Receita Federal. Tal prática pode ser considerada como “confusão patrimonial”, ser caracterizada como sonegação ou ainda levar a empresa a uma autuação.

2. Estruture “rotas de fuga” para seu negócio

Ao iniciar um empreendimento, seja realista e analise quanto pode investir de fato. É preciso planejar bem as ações que seguirão à fundação da empresa para que, caso algo dê errado, haja alternativas. Utilizar bens pessoais, como casas, propriedades ou veículos como garantias é muito arriscado, pois se o empreendimento for à falência, haverá muito mais prejuízo. Um bom plano de investimento oferece mais segurança para casos como esse.

Ter outro investimento também é boa opção. Possuir outra empresa ou um investimento no Tesouro Direto, por exemplo, pode ser uma boa rota de fuga, além de oferecerem uma fonte de renda extra no caso do empreendimento obter sucesso.

3. Defina as retiradas

Um desafio rotineiro é saber o quanto retirar por mês. Essa é uma etapa que necessita de atenção: se todo lucro for parar no bolso do proprietário, o investimento na empresa será zero. Por isso, definir um pró-labore é fundamental.

O pró-labore deve ser o salário do empresário. Para defini-lo, uma boa tática é pensar no seguinte: “Quanto de salário esse empresário pagaria para alguém realizar sua função?”. A partir desse ponto, fica mais simples definir o quanto é possível retirar, baseando-se sempre no quanto será reinvestido na empresa. Definir um teto para o pró-labore também é indicado (podendo ser reajustado conforme o faturamento da empresa permitir).

No início de qualquer negócio, é interessante direcionar parte do lucro para a empresa, reinvestindo. Isso gera uma “reserva” e torna o empreendimento mais seguro, além de preparar melhor a empresa para enfrentar épocas de crise.

4. Não quebre sozinho, busque ajuda

Criar um controle financeiro e manter essa ferramenta atualizada e funcionando de forma correta é fundamental também para sinalizar possíveis erros de gestão. Quando identificar um problema, não hesite em buscar auxílio de um profissional especializado. Softwares específicos oferecem boas ferramentas para ajudar na organização contábil da empresa. Investir em cursos de finanças e de administração de negócios também é interessante.

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Escrito por Larissa Moutinho, jornalista MTB 6805, assessora responsável pela comunicação da PHI Investimentos. Foi editora da Revista ADVFN e jornalista da InvestMais. Pós-graduada em marketing e pós-graduanda em finanças.

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