PHI Investimentos apoia equipe de polo aquático do Clube Curitibano | Phi Investimentos

PHI Investimentos apoia equipe de polo aquático do Clube Curitibano

PHI Investimentos apoia equipe de polo aquático do Clube Curitibano

A parceria da agência busca incentivar e fomentar o esporte ainda pouco difundido no Brasil e principalmente no sul do país

A equipe de polo aquático do Clube Curitibano celebra a parceria com a PHI Investimentos, buscando incentivar e estimular a participação no esporte olímpico, e também a participação dos atletas na agência de investimentos.

Angelo Massuchetto e Mehanna Mehanna

A PHI Investimentos patrocinou o time com a camiseta do novo uniforme, concretizando a parceria. “Essas parcerias são de vital importância. O esporte vive de parcerias. Acho que todas as empresas deveriam ver o esporte de forma diferente. Investir alguma coisa no esporte, principalmente nas vésperas da Olimpíada. O esporte a nível mundial estará no Brasil e o mundo inteiro está com os olhos focados no país”, conta Angelo Massuchetto técnico da equipe de polo aquático do Clube Curitibano.

Da esquerda para direita: Mehanna, Jean, Rodolfo e Nícolas

Henrique e Nícolas

Para o técnico, o esporte também reflete completamente na sua vida, fazendo da parceria uma troca real para os profissionais: “O esporte tem uma coisa muito legal porque você leva o que aprende para o resto da sua vida: a ganhar, a perder; você assimila a derrota! Isso vai refletir na sua vida profissional, então, se você tiver uma derrota, não vai desistir. Você vai treinar mais e trabalhar mais! O esporte te traz essa visão macro do que é a vida”, explica Massuchetto.

A equipe e o esporte

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Atrás: Alexandre, Henrique, Jean, Luiz, Rodolfo, Cobra, Ganso e Angelo; Frente: Breno, Lucas, Moro, André (capitão), Bahia, Paquete e Maneco

O time de polo aquático do Clube Curitibano nunca teve tantos praticantes como hoje. Cerca de 40 jogadores compõem os times A e B. “Eu fui jogador aqui do Clube Curitibano durante 11 anos, e há um ano eu assumi como técnico do clube, então todos são meus amigos de longa data”, conta Massuchetto. O técnico também falou sobre os torneios que o time tem participado, sendo os mais importantes: a Liga Polista – que acontece em São Paulo e terá a segunda etapa agora em junho, além do Sul Brasileiro, que já teve sua primeira etapa em Curitiba com o Clube Curitibano sagrando-se campeão.

Para Massuchetto, o ponto forte da equipe é o entrosamento, considerando que muitos dos atletas jogam juntos há mais de 10 anos, mas a defesa e o ataque também são dois pontos importantes onde a equipe apresenta bom desempenho.

Quanto ao esporte, o técnico destaca as vantagens adquiridas, principalmente sobre os benefício para o corpo: “Todo esporte na água geralmente mexe com todos os músculos do corpo. A água é 800 vezes mais densa que o ar, então qualquer movimento que você fizer exigirá muito mais do que no ar”.

Para quem tem a intenção de começar a praticar o esporte, de acordo com Angelo Massuchetto, o pré-requisito é que a pessoa saiba nadar. Outras habilidades, como condicionamento físico e as técnicas de jogo, por exemplo, são trabalhadas nos treinos que acontecem cinco vezes por semana.

Nícolas e Luiz

Paquete, Mehanna e Nícolas

Na prática

Nicolas Berhorst era nadador e hoje é atleta da equipe de polo aquático do Clube Curitibano, onde treina desde o início de 2015. “Eu tenho um grande amigo meu de infância que está nesse time. Quando eu estava na Alemanha, fiz natação, polo e salto ornamental na universidade. Falei para ele que tinha começado a jogar lá e ele disse que ia tentar me colocar no time. Me chamou para treinar um dia e fiquei um mês em teste. Depois me chamaram para ser um atleta conveniado do clube”, conta Berhorst.

Acostumado com o esporte individual, que é a natação, ele diz que o polo aquático mudou muito sua vida: “Bom, eu sou um nadador nato. Nado desde os 8 anos de idade. Para mim, a natação faz parte da rotina, então agora mudou. Eu sempre pratiquei um esporte individual e agora pratico um esporte coletivo, na água, que é meu habitat, gratuito e nessa infraestrutura, que é uma das piscinas “top”  do mundo.

O atleta conta que já nadou em piscinas com infraestruturas incríveis, como a de Munique e a de Michigan, onde treina o nadador profissional Michael Phelps, e diz que a infraestrutura  do Clube Curitibano não perde em nada.

Quanto ao clube e as expectativas, a opinião de Berhorst é igual a do técnico: “O que eu acho forte nesse time é a amizade da galera. Tem gente que joga junto há 20 anos e tem uns com 40 e poucos anos de idade que ainda jogam! Mas uma coisa que é forte nesse time aqui é a vontade de fazer esporte. Sai só da questão de bem-estar para ser um estilo de vida porque o pessoal se esforça muito”, conclui o atleta.

Atrás: Breno, Angelo, Bahia, Rodolfo, André (capitão), Luiz, Ganso, Henrique, Paquete e Alexandre; Na frente: Lucas, Jean, Moro, Maneco e Cobra


Escrito por Larissa Moutinho, jornalista MTB 6805, assessora responsável pela comunicação da PHI Investimentos. Foi editora da Revista ADVFN e jornalista da InvestMais. Pós-graduada em marketing e pós-graduanda em finanças.

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