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Entendendo fundos imobiliários em 10 questões

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No post de hoje vamos explicar resumidamente como funcionam os fundos imobiliários e como eles consolidam-se como opção para aqueles que desejam ser dono de um imóvel, sem a necessidade de comprá-lo. Para tanto, existem várias alternativas, algumas com valor mínimo R$100,00 (em média), aliando rentabilidade com viabilidade.

O que é?

É um investimento em ativos do mercado imobiliário sem a necessidade de adquirir um imóvel, apenas cotas ou partes.

Para quem é?

O fundo imobiliário é um investimento indicado para todos os tipos de perfis: desde conservador até agressivo.

Como funciona?

O fundo é gerido por uma gestora especializada que, por sua vez, faz a aquisição de imóveis físicos (reais) ou Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) para integrar o fundo. A renda com a arrendamento, locação e venda são distribuídas periodicamente para os investidores. Também é possível receber a diferença entre o seu preço de compra e venda como ganho de capital.

Quem faz o produto?

Todo fundo é criado por uma instituição financeira específica, cabendo ao gestor implementar a estratégia, administrando os ativos que pertencerão ao fundo.

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Quais são os tipos de fundos?

São vários, desde fundos de segmentos como shoppings, agências bancárias, até galpões logísticos, lajes comerciais e recebíveis imobiliários como CRI e LCI.

Qual é o rendimento?

Varia de acordo com o segmento, estratégia e tipo de contrato, sendo igualmente possível ganhar com a valorização do imóvel que faz parte do fundo.

Quando é o resgate?

Na verdade, não se resgata como outros produtos financeiros. Nesse caso, são realizadas negociações das cotas (compra e venda) com um prazo de liquidação de três dias úteis a partir dessa data. Em suma, tal qual no caso da compra de um imóvel, você precisa primeiramente vendê-lo para então ter acesso ao dinheiro.

Qual é o risco?

São literalmente os mesmos do mercado “real”, dos quais destacamos:

  • Inadimplência: quando o inquilino não paga o aluguel;
  • Liquidez: quando há depreciação do valor do título;
  • Mercado: quando o valor da cota oscila;
  • Vacância: quando o imóvel passa um tempo desocupado;
  • Concentração: quando o imóvel tem apenas um inquilino;
  • Crédito: para fundos recebíveis.

Quais os custos?

São três:

  • Taxa de corretagem: a corretora pode cobrar pelo serviço. No caso da nossa corretora contratante, a Guide, essa taxa gira em torno de R$14,00 por ordem;
  • Taxa de administração e gestão: cobrada pelo próprio fundo, variando de acordo com o fundo e gestora;

  • Imposto de renda: isento para pessoa física no recebimento dos rendimentos, mas há cobrança de 20% na venda da cota com ganho de capital.

Qual o aporte mínimo?

Conforme exposto no início desse post, você consegue investir em uma cota a partir de apenas R$100,00. Ou seja, com muito pouco, você diversifica a sua carteira, tem rendimentos líquidos para pessoa física e, ainda, toda parte burocrática fica nas mãos dos gestores e administradores! Tem coisa melhor? Sim, potencializar os seus rendimentos!

Então agora que esclarecemos as suas principais dúvidas sobre fundos imobiliários, que tal contar conosco para assessorá-lo nessa nova maneira de investir em imóveis? A nossa assessoria é 100% gratuita e os nossos especialistas estão prontos para esclarecer quaisquer dúvidas sem compromisso!

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A Phi Investimentos é uma empresa de Agentes Autônomos – AAI de Investimento devidamente registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), na forma da Resolução CVM 16/21. A Phi Investimentos atua no mercado financeiro através da Guide Investimentos S.A., o que pode ser verificado no site da ANCORD. Na forma da legislação da CVM, o agente autônomo de investimento não pode administrar ou gerir o patrimônio de investidores. O AAI é um intermediário e depende da atualização prévia do cliente para realizar operações no Mercado Financeiro. Em caso de dúvidas e reclamações, favor contatar a Ouvidoria da Guide Investimentos no telefone 0800 704 0418.

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