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Finanças pessoais: como organizá-las para não se endividar

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O cuidado com as contas é uma preocupação para empresas, governos e também nós, que devemos organizar as finanças pessoais para manter tudo em ordem e evitar uma dor de cabeça desnecessária.

Seja quem está de olho no assunto para não se endividar ou aqueles que estão com a situação no vermelho, esse é um assunto que interessa a todo mundo e sempre é hora de aprender.

Como organizar as finanças pessoais: mapeie seus gastos

Muitas vezes prestamos atenção em nossos gastos na hora em que o boleto ou a notificação do aplicativo do banco chega. A surpresa – muitas vezes negativa – é um indicativo de que o controle não está sendo bem feito e que o volume gasto está maior do que o esperado.

Quando isso acontece, o ideal é rever todas as dívidas e analisar cada uma delas, encontrando assim os gastos que realmente são necessários, aqueles sendo feitos por uma situação específica e também o desperdício de dinheiro que pode ser facilmente evitado agora em diante.

DICA → Use aplicativos para ajudar a controlar seus gastos. Opções como O Guia Bolso e Olívia são seguros e podem ser sincronizados com sua conta bancária para analisar cada pagamento e sugerir onde “fechar a torneira”. Se preferir, até mesmo uma planilha ou um caderninho podem ser usados, o importante é anotar tudo!

Não se empolgue com ganhos pontuais

Quem nunca ganhou um pouco mais e ficou empolgado que atire o primeiro cartão de crédito, não é mesmo? Um hábito ruim é gastar sempre pensando nesse valor mais alto – que é muitas vezes fora da realidade.

Trate sempre seus bônus, restituições e trabalhos-extras como exceções no seu orçamento e nunca como regra.

Os ganhos pontuais devem ser tratados com cautela, pois eles podem lhe estimular a gastar mais. O ideal é que você não tenha o valor total da sua renda como meta de gastos. É importante manter um padrão de vida que não use todo o seu capital — e, claro, não conte sempre com um dinheiro extra que pode não vir.

Use bem o seu cartão de crédito

Não precisa ser cinéfilo para saber que “com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades” e isso inclui também os gastos com cartão de crédito. Trata-se de um empréstimo pré-aprovado com juros altos e que não deve ser usado a todo instante.

A sensação de não ver o dinheiro indo embora da conta na hora pode iludir e achar que não estamos gastando tanto quanto pensamos, mas a realidade sempre irá bater na porta quando a fatura fechar. Por isso, sempre que puder pagar no débito, faça.

Além disso, é preciso observar bem a sua necessidade e avaliar se você possui o cartão certo para a sua realidade. Programas de vantagens, prazos e demais condições precisam ser vistos com cuidado na hora de adquirir um.

Ah! Não se esqueça de verificar os custos com anuidade e tarifas. Alguns cartões cobram de R$ 400 a R$ 2 mil anuais para oferecer ao cliente serviços que nunca serão usados.

Conheça seus hábitos

Muitos dos gastos desnecessários que falamos no começo desse texto são feitos em momentos de impulsividade e instabilidade emocional, algo que pode ser prejudicial a longo prazo.

É o caso clássico de quem compra algo quando está muito triste, está muito feliz, empolgado, etc. Eles acontecem, pois comprar é algo legal e um hábito satisfatório, mas que precisa ser entendido ao invés de escondido.

Esse conhecimento é também muito interessante para quem ainda não investe em produtos financeiros com objetivos de médio e longo prazo. Manter a disciplina e paciência são fundamentais para organizar as finanças pessoais e fazer seu patrimônio crescer ainda mais.

Cuidado com as tentações

Seguindo com o assunto do tópico anterior, cuide com a empolgação com as notificações, e-mails promocionais e cupons de desconto tentadores. Antes de fazer uma compra “imperdível” veja se ela realmente é necessária, se a vantagem oferecida é realmente boa e cabe dentro do seu orçamento.

Se você gosta de ter uma margem para essas ocasiões, estabeleça um limite antes do mês começar e procure não ultrapassar o valor que você pode pagar.

Esqueça os juros e foque no CET

Se você fosse fazer um financiamento agora, você escolheria o contrato com a menor taxa de juros, certo? Acontece que nem sempre essa é a melhor escolha.

O contrato mais barato é aquele que tem o menor Custo Efetivo Total (CET). O CET compreende juros, taxas administrativas e outros encargos. Então, sempre saiba qual é o valor exato desse indicador.

Agora que você entendeu como organizar as finanças pessoais, lembre-se de que deixar o dinheiro na conta-corrente é péssimo, pois ele é corroído pela inflação — e, ao contrário do que a maioria dos brasileiros ainda pensa, a caderneta de poupança também não protege o cliente desse problema.

É sempre mais interessante aplicar o seu capital em opções diversificadas, pensadas para atender aos seus objetivos financeiros. Por isso, crie agora a sua conta na Guide e veja como os especialistas da Phi podem te ajudar a investir da maneira certa.

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